
Jantar da SUCESU-PE no Spettus. Uísque Cavalo Branco cavalgando solto nas pradarias. Sandra tomando, literalmente, guaraná light, coca-zero, suco de pinha e vários outros de cores variadas (ela gosta mesmo de beber... qualquer coisa !).
Linguiça, arroz piamontês, e carnes de animais variados, incluindo peixe (se considerarmos peixe um animal, claro). A palestra foi até interessante - coisa de PMI.
Numa mesa comprida havia vários amigos e colegas conversando sobre a lei seca, dando sugestões estupidas de como se lidar com este novo modus vivendis.
Chega Lula Negão. De ônibus. Conta como foi legal andar de ônibus. Ana Breda diz que também está a pé e sugere voltar de ônibus. Eu, também de pés, topei na hora. Aí ficou combinado que iríamos os três voltar juntos, de ônibus, visto que todos moram má_ô_meno perto.
Aí danou-se a se beber o cavalo. Parece que como tínhamos resolvido a questão da volta, que não seríamos mais presos, como não haveria mais a brutalização sexual intensa no presídio, tinhamos CLARO que comemorar tanta coisa boa. Cavalo pra lá cavalo pra cá. Pocotó, pocotó, pocotó.
Fechamos o evento. Todos saíram menos um pequeno grupo que resolveu assistir ao jogo do glorioso Náutico 2 x 1 São Paulo.
Aí, na metade do segundo tempo, deu-se a grande idéia de irmos de pés buscar as crianças no Náutico. Isso mesmo que você está ouvindo. Saímos de pés, a pé, as 11:17 h do Spettus e fomos andando até a sede.

Comentários durante a aventura:
- porra, melhor correr o risco de ser assaltado voltando a pé do que ser preso.
- porra, é mesmo.
- esse sapato alto não ajuda. vou tirar.
- vejam que massa. se todo mundo voltar das farras a pé o recife vai ficar massa com gente andando na rua. massa!
Acordei hoje com duas coisas grandes na cabeça: ressaca e vontade de blogar esta aventura (putz [tilenol], será que era cavalo mesmo ou uma eguinha?).